segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

PREGAÇÕES EVANGELICA




Pregaçõe
Evangelicas





Pr:José Gonçalo Santos Frazão
Pr:Aurea Maria de Jesus Frazão
Sumario
Meu Propósito ou o propósito de Deus?
A palavra do Pai .................................................................................................02
Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”..............03
Nossas atitudes e as promessas de Deus .........................................................04





Meu Propósito ou o propósito de Deus?


Deus pôs no coração do homem o anseio pela eternidade;

mesmo assim ele não consegue compreender inteiramente o que Deus fez.

(Ec 3.11)

Quando partimos de um pressuposto errado a conclusão nunca será certa. Uma mentira jamais produzirá resultados benéficos e duradouros. Do mesmo modo, quando olhamos o universo sob a nossa ótica nossa visão será ínfima. Assim, pensar no nosso propósito de vida de acordo com a nossa perspectiva terá consequências distorcidas da transcendência divina.

A Filosofia com sua clássica pergunta: “quem sou?” apenas “arranha” a superfície da resposta porque parte do pressuposto equivocado, sob o prisma antropocêntrico. É o homem no centro de tudo.

Então, como descobrir o propósito de minha vida? Simples, perguntando a Deus! A resposta não está no seu coração, nem em suas aspirações ou desejos, mas no Senhor, o Criador do universo e de toda a vida.

Quando buscamos dentro de nós a resposta teremos apenas ecos distorcidos dos propósitos de Deus para a nossa vida, isto porque o pecado produziu na vida do ser humano rachaduras tão profundas que nossa estrutura moral, sentimental e espiritual ruiu.

Assim, é a partir de Cristo, o Deus que além de nos ensinar é o próprio caminho, a verdade e a vida,  que o Eterno produzirá em nosso ser uma nova codificação, em perfeita sintonia com os Seus eternos propósitos.

Somos a sublimidade da criação de Deus, contudo, perdidos nos nossos próprios delitos e interesses pecaminosos. Não há solução para o homem em si mesmo! Ele, por si só, jamais alcançará um significado maior e o verdadeiro sentido para a sua vida.

Mas é por meio de Jesus que nossa vida ganha um novo significado, este é o nascer de novo, que não depende da vontade humana, mas da benevolência de Deus.

Assim, quando o ser humano reconhece sua limitação e clama pelo Deus vivo, por meio de Jesus Cristo, a Sua glória se manifestará e levará a uma revolucionária descoberta espiritual.

O pressuposto não será mais “eu”, e sim Deus! Assim, perguntas como: “o que quero”, “o que desejo fazer” darão reconfortante lugar a “o que Deus quer”, “qual a vontade de Deus para minha vida?”

O eixo gravitacional mudou! Isso é “conversão”, ou seja, mudança radical no curso do ser humano, que passa a enxergar a vida sob a ótica do Todo-Poderoso mediante Seu Ser, Suas ordenanças, propósitos e promessas, revelados em Sua Palavra e através da plena comunhão com Ele.

É compreender e crer que Deus é um Deus de propósitos, mais do que isso, em Sua vontade santa e perfeita estabeleceu caminhos para trilharmos, sentimentos para nos conduzir e orientações e ajustes que serão dados por Ele nesta fascinante jornada rumo à eternidade…

Tudo o que Deus fez tem propósito. Ele não faz nada por acaso! Conhecer a Deus e sua Palavra (Bíblia) revolucionam nossa vida e existência, nos dá um sentido novo de pertencimento e um propósito claro a ser alcançado.

Qual o sentido de sua vida? Pergunte a Deus!



A palavra do Pai

“Então uma voz dos céus disse: Este é o meu Filho amado, em quem me agrado.”

(Mt 3.17)

            É maravilhoso ver o relacionamento do Pai com Jesus! O Deus encarnado, um homem sem mácula e pleno, ouvindo a voz de Deus: “Este é o meu Filho amado, em quem me agrado.”

            O momento não poderia ser mais propício: no dia de seu batismo “o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus descendo como pomba e pousando sobre ele” (Mt 3.16).

Ação de obediência de nosso Senhor, cumprir a Lei e ser batizado o levou a pelo menos dois magníficos presentes: o recebimento do Espírito e uma palavra de amor.

Se Deus-Pai traz uma palavra de afeição devemos nos perguntar: qual a importância dos pais semearem palavras de afirmação?

Muitos pais têm facilidade em chamar atenção, mas são tardios em elogiar; são pródigos na crítica, mas escassos em afetos; rápidos na disciplina, mas lentos no aconchego.

O céu se abre para contemplar o Filho! Deus brada para todos ouvirem! Explicita, sem vergonha, seu apreço.

A palavra “amado” demonstra afeição e traz a ideia de singularidade: Jesus é único, assim como seus filhos. Cada filho é único, nascido sobretudo da vontade do Pai-Celestial.

O ser humano necessita de referências para viver, ainda mais quando são novos, logo, os pais têm uma responsabilidade fundamental na educação e no forjar do caráter de seus filhos.

Educar significa amar e estabelecer limites em amor! Jesus recebeu uma palavra de incentivo, pois estava no caminho certo, rumo ao cumprimento de sua missão. Palavras poderosas que ecoaram em sua alma impulsionando-o a vencer mais facilmente o Tentador.

No batismo sua identidade é afirmada, em seguida, no deserto, o diabo coloca em cheque sua filiação. Nas águas o Messias recebe o refrigério do Pai, no deserto o calor da provação.

Isto nos ensina que quanto mais amor nossos filhos receberem mais preparados estarão para enfrentar as agruras deste mundo. Se nossos filhos sucumbirem em casa, no mundo provavelmente perecerão.

Lar é um lugar de aconchego! Palco de encontro dos filhos com os pais. Como acontecia no jardim do Éden onde Deus aparecia todos os dias a Adão e Eva, seus filhos. Lar deve ser Éden onde as palavras de encorajamento explicitam o amor.




Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8.14).

            É o Espírito Santo que nos convence do pecado, da justiça e o do juízo. É Ele que nos regenera, ou seja, dá uma nova vida ao ser humano, vivificando aquele que estava morto no pecado. É por meio da terceira pessoa da Trindade que vivemos um processo de santificação e é este mesmo Espírito que nos habilita a fazer a obra do Senhor.

Pelo poder regenerador do Espírito Santo somos transformados e capacitados, santificados e conduzidos a fazer a obra, mediante o desenvolvimento de um caráter santo e do carisma.

Foi por meio do Espírito que Jesus foi guiado ao deserto e venceu a tentação. Ele lhe deu força para triunfar sobre as lutas, infundiu poder para cumprir Sua gloriosa missão. É a atuação do Espírito que impulsiona o cristão a ser transformado de glória em glória e a suportar tudo por amor a Cristo.

Todos, sem exceção, que nasceram de novo possuem o Espírito Santo. Assim como os bebês recém-nascidos recebem uma pulseirinha indicando de quem são filhos, os filhos de Deus são selados com o Espírito. Se não há o Espírito não houve conversão genuína.

Entretanto, uma coisa é ter o Espírito outra é transbordar da graça Dele e deixar ser guiado por Ele. O apóstolo Paulo é enfático: “não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção” (Ef 4.30); “deixem-se encher pelo Espírito” (Ef 5.18). O sentido do texto aqui é deixem-se encher continuamente…

Assim, quanto mais houver o derramar de Deus sobre sua vida, mais haverá a transformação e a manifestação dos dons. É algo extraordinário, maravilhoso, divino! Isso me leva a pensar por que os cristãos, de modo geral, não buscam com toda a sua força, entendimento e vontade uma manifestação mais gloriosa do Espírito?

A resposta vem como um relampejo: porque muitos estão cheios de si, dominados pela carne, mergulhados na amargura e, imbuídos de incredulidade, são guiados por distrações, caem recorrentemente nas tentações e armadilhas do diabo, são preguiçosos espiritualmente.

Você quer mais de Deus? Se consagre! Busque! Ore! Jejue!

Pastores e teólogos ensinam que o Espírito nos transforma, mas omitem o poder que Ele dá e a manifestação dos dons; outros enfatizam os dons, mas não reforçam a importância do caráter santo. Ambas as coisas são necessárias, o forjar do nosso ser e o poder para realizar a obra do Senhor.

Muitos cristãos são ávidos pelo conhecimento, mas relaxados na oração e jejum. Conhecem muito a Palavra, mas pouco da manifestação gloriosa do Espírito. Esquecem-se que “a letra mata, mas o Espírito vivifica”. Há, contudo, os que querem experimentar a presença do Eterno, mas são rasos na Bíblia. Assim como um pássaro necessita de duas asas para voar o crente necessita da Palavra e do Poder (Mt 22.29).

Obviamente, os que não creem na manifestação dos dons nos dias de hoje alcançam a salvação, não é disso que se trata, contudo, deixarão de usufruir da plenitude do Evangelho.

É o Espírito que nos dá alegria, paz, esperança (Rm 15.13) e é o mesmo Espírito que nos confere o poder (dynamis) para a manifestação de sinais e maravilhas (Rm 15.19).



Nossas atitudes e as promessas de Deus
(Gênesis 32)

Será possível fugirmos de Deus? Quantos de nós quando pecamos colocamos a culpa ou a responsabilidade em outro; negamos, manipulamos e fugimos porque não queremos ser confrontados com a verdade. No mundo espiritual Deus não permite que alguém coloque a sujeira debaixo do tapete sem que ela venha à tona um dia.

Deus fez uma pergunta objetiva a Jacó: – Qual é teu nome? Jacó significa usurpador, aquele que segura pelo calcanhar. Assim ele nasceu e assim fez com seu irmão, convencendo-o a trocar, na fome, a primogenitura por um prato de lentilhas. Esaú, por sua vez, banalizou o sagrado vendeu seu direito de primogenitura. Jacó era cobiçoso e desejava as bênçãos de seu próprio irmão. Obteve-as, mas acabou tendo que fugir sob ameaças de morte feitas por Esaú.

No meio do percurso, sua parada foi em Betel, que significa casa de Deus, onde sonhou com anjos subindo e descendo escadas, podendo ver a graça do Senhor, que o levou a prometer dar o dízimo de tudo o que ganhasse caso Deus lhe desse paz e prosperidade. Mal sabia ele o impacto que essa oração teria, pois Deus tinha para ele promessas maravilhosas, como tem para cada um de seus filhos.

Quando chegou em Arã, apaixonou-se por Raquel, filha de seu tio Labão, em cuja casa decidiu hospedar-se, sem saber que estaria lidando com alguém mais esperto que ele e para quem trabalhou por sete anos para pagar o dote de Raquel. Recebeu, porém, Lia, provando do seu próprio veneno, tendo então que trabalhar mais sete anos para ter Raquel, sendo assim tratado pelo Senhor.

Com o dote pago, decidiu com Labão o salário que receberia. Seu sogro o enganou durante mais seis anos. Entretanto, a mão de Deus estava sobre ele e, após vinte anos de trabalho, tornou-se próspero e decidiu voltar a sua terra. Esaú, ao saber, avisara que o receberia com quatrocentos homens para matá-lo.


Em Betel Deus havia se revelado a Jacó em graça, agora, em Peniel confronta-lo-ia. Não existe bênção sem tratamento porque Deus, mais do que nos colocar na terra prometida, quer expurgar o Egito de nossos coração. Não há como fugir da presença de Deus.

Muitas vezes carregamos culpa do ontem e o medo do amanhã. Quando olhamos para trás, costumamos sentir remorso e pesar, mas precisamos lembrar que esses sentimentos não mudarão o presente nem o futuro. Da mesma maneira, Adão envergonhou-se, fugiu e culpou Eva. São características clássicas de alguém que ainda não foi tratado no seu pecado. Deus nos ama profundamente, mas não deixa nada encoberto. Onde não há luz, não há tratamento. Onde não há verdade, não há justiça. Não se pode tentar justificar o injustificável.

Após dividir seu bando em dois, Jacó chegou a Peniel (lugar de confronto) e passou a madrugada lutando com o próprio Deus em forma de homem. Enviou quinhentos e cinquenta animais e uma comitiva por meio de servos a Esaú, dizendo: – Jacó é o teu servo e manda presentes. Deus estava ensinado aquele homem cobiçoso a abrir mão de riquezas, pois todo ato de justiça e disciplina de Deus tem uma verdade: a restauração e o amor dele. Não faz sentindo nos revoltarmos contra Deus, pois não podemos ocupar a posição de juiz.



Existem lutas de desobediência, da amargura, de requerer algo contrário à natureza de Deus, mas há uma luta santa na qual Jacó estava entrando: contra o pecado.

Jacó disse ao Senhor: – “Só irei te soltar quando me abençoares!”. A Bíblia diz que o homem tocou no quadril de Jacó e, num toque, ele sentiu sua coxa atacada, mostrando que o toque dele muda nossa forma de andar, e dizendo: - “Você não se chamará mais Jacó, mas Israel, porque com Deus você lutou e prevaleceu.”
Jacó agora poderia se encontrar com seu irmão com uma nova postura porque seu passado de condenação estava sendo transformado. O Senhor não expõe pecados por expor, mas para haver reconhecimento. Deixemos que Deus tire toda mentira de nossas vidas! Diante do pecado, só há uma saída: o arrependimento. Enquanto o remorso nos produz tristeza que nos leva à morte, ele produz a tristeza que nos leva à vida. Não podemos mudar nosso passado, mas Deus pode ensinar-nos a olhá-lo com outros olhos. Quando há um encontro em Peniel, a culpa do passado é desfeita e a soberba da preocupação com a reputação é quebrada. Enquanto você estiver se justificando ou colocando a responsabilidade em outrem, não estará arrependido. Onde há Peniel, há uma reconciliação com você próprio e também com seu irmão.
Jacó passou à frente e, ao aproximar-se do seu irmão, curvou-se até o chão sete vezes, humilhando-se. “Mas Esaú correu ao encontro de Jacó e abraçou-se ao seu pescoço e beijou-o e eles choraram.” E ali ele edificou um altar e o chamou El-Elohei Israel, “Deus – o Deus de Israel”. Peniel começa com confronto, com luta, e produz os temores do passado, mas termina com adoração.

Jacó não precisava passar por tudo que passou, isso foi decorrência de seus pecados. Deus, permaneceu fiel nas promessas, mas Jacó ficou vinte anos fora da sua terra, foi enganado diversas vezes e teve que passar por Peniel. Ele tentou pegar atalhos e foi por um caminho mais distante. Essa história nos ensina sobre a soberania e a bondade de Deus, nos revela as consequências do nosso pecado, e revela que Deus quer perdoar a culpa do nosso passado e transformar os anseios do amanhã na certeza: “Eu sou contigo, já não se chamarás mais Jacó, mas Israel.”









Pr:José Gonçalo Santos Frazão
Pr:Aurea Maria de Jesus Frazão

os milagre de jesus , pregado pastor José frazão

Os Milagres de Jesus

O ministério de Jesus era tríplice

  1. Ensinava
  2. Pregava
  3. Curava
(Mateus 4:23) - E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. (Mateus 4:24) - E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos, e ele os curava. (Mateus 4:25) - E seguia-o uma grande multidão da Galiléia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judéia, e de além do Jordão.

(Mateus 9:35) - E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo.

Curava

  1. Doenças; enfermidades; físicas
  2. Doenças; aflições na alma
  3. Libertação dos atormentados pelos demônios
Jesus obteve um ministério poderoso e extensivo que lhe deu uma grande popularidade em Isarel e nas cidades circuvizinhas.

(Marcos 1:22) - E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.

(Marcos 1:28) - E logo correu a sua fama por toda a província da Galiléia.

(Lucas 4:37) - E a sua fama divulgava-se por todos os lugares, em redor daquela comarca.

(Lucas 5:15) - A sua fama, porém, se propagava ainda mais, e ajuntava-se muita gente para o ouvir e para ser por ele curada das suas enfermidades.

(Lucas 5:26) - E todos ficaram maravilhados, e glorificaram a Deus; e ficaram cheios de temor, dizendo: Hoje vimos prodígios.

(Lucas 6:19) - E toda a multidão procurava tocar-lhe, porque saía dele virtude, e curava a todos.

(Lucas 8:1) - E ACONTECEU, depois disto, que andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele, (Lucas 8:2) - E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
(Lucas 8:3) - E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens.

(João 12:9) - E muita gente dos judeus soube que ele estava ali; e foram, não só por causa de Jesus, mas também para ver a Lázaro, a quem ressuscitara dentre os mortos. (João 12:10) - E os principais dos sacerdotes tomaram deliberação para matar também a Lázaro; (João 12:11) - Porque muitos dos judeus, por causa dele, iam e criam em Jesus.

Os milagres que se espalhavam por Israel levavam o povo a crer em Jesus

Durante seu ministério, Jesus operou vários milagres, mostrando assim seu poder sobre a doença, a natureza e até mesmo sobre a morte.

Os Milagres de Jesus – A Bíblia apresenta 35 milagres. Se considerarmos como alguns teólogos a ressureição e a ascensão então serão 37 catalogados.

Sem dúvida alguma, os milagres relatados na Bíblia não representam a totalidade de maravilhas que Jesus realizou durante seus 3 anos e meio de pregação do Reino de Deus.

A Bíblia diz que Jesus operou diversos milagres que não foram registrados, os que foram registrados são apenas para nutrir a nossa fé.

(João 20:30) - Jesus, pois, operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. (João 20:31) - Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.

(João 21:25) - Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém.

O MILAGRES CATALOGADOS PELA BÍBLIA EM ORDEM DE ACONTECIMENTO

Jesus operou milagres de ordem:

Física, mental, espiritual e financeira.

Jesus é completo


O que é milagre?

1.    Milagre é  aquilo que está além das possibilidades humanas.
2.    Milagre é a manifestação da onipotência de Deus em nossas vidas
3.    Milagre é o sobrenatural agindo naquilo que é natural
4.    Milagre é a interferência da lei divina nas leis naturais
5.    Milagre  é um evento extraordinário que não obedece à ordem natural nas coisas em que se dá
6.    Milagre é algo extraordinário que ninguém explica
7.    Milagre não se explica, se acredita e aceita : ou cremos ou não cremos nele.

Milagre vem do latim miraculum.

Na Antigüidade clássica era um fato excepcional ou inexplicável, um fato maravilhoso ou extraordinário que suscita admiração, considerado como sinal e manifestação de uma vontade divina.

Geralmente três conjuntos de termos para falar de milagres:
• Sinal - No hebraico a palavra é ´ôth (sinal, marca, indício, prova) e no grego é sêmeion (sinal sobrenatural ; uma prova). Significa algo que aponta ou indica outra coisa.
• Prodígio. No hebraico é môpheth (maravilha, milagre, feito) e no grego teras (maravilha ; coisa portentosa). Indica um acontecimento que deixa as pessoas assombradas ou maravilhadas.
• Milagre ou poder miraculoso. No hebraico a palavra é gebûrah (poder) e no grego é dynamis (poder ; poder maravilhoso). Revela o poder divino que opera o milagre.
Vejamos alguns propóstitos dos milagres realizados por Cristo:
I – Manifestar a Sua Glória (Jo 2.11)
Veja Jo 2.11: Jesus principiou seus sinais em Caná da Galileia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele.
Segundo o dicionário da Bíblia de Estudo Almeida, a Glória é: auto-revelação da santidade, pureza e natureza de Deus (Sl 24.10). A nuvem luminosa (xequiná) que apareceu na tenda da congregação e no templo, no AT, manifestava a glória de Deus (Ex 15.11; 16.10; Nm 14.10; 16.19), a presença ativa de Deus para salvar o seu povo. No NT, a glória de Deus se manifesta em Jesus, Filho de Deus encarnado (Jo 1.14), e, particularmente, na sua morte, ressurreição e ascensão (Jo17.1; Hb 1.3).
A Glória de Deus é eterna; diferentemente do homem que é efêmera e passageira (Is 40.5-8); e uma das formas de Jesus manifestar a Glória de Deus que estava nele foi as realizações dos milagres (Jo 11.40).
II – Os milagres foram sinais de que o Messias havia chegado
Veja Is 35.5, 6; Is 61.1 e 2 e Lc 4.16-21 e compare com a resposta que Jesus enviou a João Batista, mostrando assim que os milagres que ele realizava atestavam que o Messias havia chegado (Mt 11.5). Observe como Mateus associa as realizações dos milagres realizados por Cristo como cumprimento do capítulo messiânico de Isaías 53. Compare Is 53.5 e Mt 8.16 e 17. Depois de ter acalmado a tempestade, os discípulos ficaram estupefatos com o domínio que Jesus tinha sobre a natureza. “Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”, perguntaram os discípulos. (Mt 8.27). Depois da multiplicação dos pães e peixes muitos da multidão reconheceram que Jesus era o profeta prometido por Moisés (Jo 6.14; Dt 18.15).
III – Os milagres de Jesus apontavam para o fato que ele tem poder para perdoar pecados.
Tal verdade fica clara quando Jesus cura o paralítico de Cafarnaum. Jesus diz que, para mostrar que tinha autoridade para perdoar pecado, curaria o paralítico (Mc 2. 10 e 11). Aliás, este milagre mostra claramente que a maior necessidade do homem não é a solução dos seus problemas ou a cura de uma enfermidade, mas sim o seu relacionamento com Deus, onde o pecado é o principal obstáculo (Rm 3.23), depois de todo o esforço dos amigos do paralítico em levá-lo a Cristo. Jesus prioriza primeiramente o perdão dos pecados do paralítico, para depois curá-lo. Quantos querem uma cura física sem antes resolver o problema do pecado? O problema do pecado só é resolvido com a fé em Jesus como Salvador e Senhor.
IV – Os milagres mostram a divindade de Cristo
João escreve acerca dos milagres que ele mesmo narra: Estes, porém, foram escritos para que creais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome (Jo 21.31). Os evangelhos mostram 35 milagres específicos de Cristo, João escolheu apenas sete dos muitos milagres que Jesus operou. Vejamos os sete:
1. A transformação da água em vinho (Jo 2.1-11)
Mostra Jesus como o Senhor da qualidade. Tudo que ele faz supera as nossas expectativas. Seu poder transformador gera em nos uma verdadeira alegria que não se compara com nada que o mundo e a religião possa oferecer.
2. A cura do filho do oficial (Jo 4:46-54)
Jesus é O Senhor que vence as distâncias. O seu poder não está restrito a locais. A sua Palavra tem um longo alcance.
3. O paralítico do tanque de Betesda (Jo 5.1-9)
Jesus é O Senhor da misericórdia, que alcança os esquecidos e solitários vencidos pelo tempo.
4. A multiplicação dos pães e peixes (Jo 6.6-13)
Jesus é O Senhor da provisão que do escasso promove a multiplicação.
5. Jesus anda sobre as águas (Jo 6.19-21)
Jesus está acima das circunstâncias. É aquele que anda por terrenos inseguros e apazigua o vento contrário.
6. A Ressurreição de Lázaro (Jo 11.1-44).
Jesus é o Senhor da vida que nunca teve e nunca terá fobia da morte, pois ele venceu a morte, e com Jesus a morte já não existe, porque aquele que nele crê, ainda que esteja morto, viverá. A vida que ele nos dá é livre das faixas que nos impedem de caminhar livremente.
7. A Grande Pesca (Jo 21.1-8).
Jesus é o Senhor da produtividade que pode suprir, quando todo o nosso esforço é improdutivo. Quando lutamos e nada conseguimos, se ele mandar conseguiremos sob o poder de sua Palavra.
Os milagres, no evangelho de João, são designados como “sinais”, e, em outra parte do NT, a palavra para “milagre” é regularmente ligada com o vocábulo que designa “sinal”. Isto nos ensina que os milagres não designam simplesmente a capacidade de Jesus fazer maravilhas, mas sim o messiado de Cristo. O objetivo do ministério de Cristo não era realizar milagres e sim buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19.10). Como observamos na cura do filho do oficial à distância, Jesus não quer que a fé nele se baseie nos sinais, mas sim naquilo que ele é: Deus, o caminho, a verdade e a vida (Jo 20.31 e 14.6).
João escreveu estes milagres com o propósito de evidenciar a divindade de Cristo, e, uma vez isto crido, a pessoa teria a vida eterna.
Percebemos que os milagres realizados por Cristo não eram um fim em si mesmo, mas tinham um propósito maior de manifestar sua glória; mostrar que ele era o Messias, que ele tinha autoridade para perdoar pecados e para ser crido como Deus.

OS MILAGRES DE JESUS
 01- Transformação de Água em Vinho - João 2.1-11

02 - Cura do filho do Oficial - João 4.46-54

03 - Cura do paralítico de Betesda - João 5.1-9

04 - Primeira Pesca - Lucas 5.1-11

05 - Libertação do Endemoninhado - Marcos 1.23-28; Lucas 4.31-36

06 - Cura da sogra de Pedro - Mateus 8.14,15; Marcos 1.29-31; Lucas 4.38,39

07 - Purificação do leproso - Mateus 8.2-4; Marcos 1.40-45; Lucas 5.12-16

08 - Cura do paralítico - Mateus 9.2-8; Marcos 2.3-12; Lucas 5.18-26

09 - Cura da mão ressequida - Mateus 12.9-13; Marcos 3.1-5; Lucas 6.6-10

10 - Cura do criado do centurião  - Mateus 8.5-13; Lucas 7.1-10

11 - Ressurreição do filho da viúva de Naim - Lucas 7.11-15

12 - Cura de um endemoninhado mudo - Mateus 12.22 e Lucas 11.14

13 - Acalma a tempestade - Mateus 8.18,23-27; Marcos 4.35-41; Lucas 8.22-25

14 - Cura do endemoninhado geraseno - Mateus 8.28-33; Marcos 5.1-14; Lucas 8.26-39

15 - Cura da mulher enferma - Mateus 9.20-22; Marcos 5.25-34; Lucas 8.43-48

16 - Ressurreição da filha de Jairo - Mateus 9.18, 23-26; Marcos 5.22-24, 35-43; Lucas 8.41,42,49-56

17 - Cura de dois cegos - Mateus 9.27-31

18 - Cura do mudo endemoninhado - Mateus 9.32,33

19 - Primeira multiplicação de pães - Mateus 14.14-21; Marcos 6.34-44; Lucas 9.12-17; João 6.5-13

20 - Anda sobre as águas - Mateus 14.24-33; Marcos 6.45-52; João 6.16-21

21 - Cura da filha da Cananéia - Mateus 15.21-28; Marcos 7.24-30

22 - Cura de um surdo e gago - Marcos 7.31-37

23 - Segunda multiplicação de pães - Mateus 15.32-39; Marcos 8.1-9

24 - Cura do cego de Betsaida - Marcos 8.22-26

25 - Cura do jovem possesso - Mateus 17.14-18; Marcos 9.14-29; Lucas 9.38-42

26 - Pagamento do Imposto - Mateus 17.24-27

27 - Cura de um cego de nascença - João 9.1-7

28 - Cura de uma mulher enferma - Lucas 13.10-17

29 - Cura de um hidrópico  -
Lucas 14.1-6

30 - Ressurreição de Lázaro - João 11.17-44

31 - Cura dos leprosos - Lucas 17.11-19

32 - Cura do cego Bartimeu - Mateus 20.29-34; Marcos 10.46-52; Lucas 18.35-43

33 - A figueira é amaldiçoada - Mateus 21.18,19; Marcos 11.12-14

34 - Restauração da orelha de Malco - Lucas 22.49-51; João 18.10

35 - Segunda grande pesca - João 21.1-11





 Já fazem 4 e 10 meses que toda Sexta-feira o pastor Ezequiel Barbosa esta ensinando uma série de mensagens entitulada:


"Conhecendo os Milagres de Jesus"   
 
 Estamos estudando em detalhes os 35  milagres registrados na Bíblia Sagrada.
 
Estamos estudando o 30º milagre  que esta registrado em Jo 11  , com o tema :
 
"JESUS SEMPRE CHEGA NA HORA CERTA"

A RESSUREIÇÃO DE LÁZARO



Nosso endereço : A ADJI esta situada na Rua M 10 nº 180 , entre as Av. M17 e M19, no Grande Cervezão, próximo ao Pronto Socorro. Às 19h30m você tem um encontro marcado com Deus.

 
Deus tem feito coisas extraordinárias, venha e traga a sua família.


Deus tem uma palavra de vitória para a sua vida.
 
Pastor José  Frazão  e pastora  Áurea  Frazão

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ALIANÇA COM DEUS

Igreja Batista Elohim
Rua Tancredo Neves Nº 93 – Centro
Alto Alegre - MA
Ministerio Elohim filiada a IBEC Coroatá – MA
Aliançada na IBA do ANGELIM São Luís - MA

Aliança de Deus com Israel
© AUTOR: Pr. José Gonçalo Santos Frazão

-Tema: ALIANÇA COM DEUS
Êxodo 19.5

-Introdução: Deus se lembrou de sua Aliança com Abrão (Êxodo 2.24), de que daria á sua família a terra de Canaã (Êxodo 6.4) embora o Senhor tivesse avisado a Abraão de que seus descendentes passariam quatro gerações no Egito e prometeu que os salvaria (Gênesis 15.12-16), então Deus viu o sofrimento do seu povo no Egito (Êxodo 6.5).
Quando o Senhor tirou seu povo do Egito através de Moisés, providenciou para que fizesse uma aliança com este povo para que pertencessem a Deus. A base desta Aliança Mosaica era o culto. Servir a Deus e cultuá-lo era o centro desta Aliança.
Muitos cristão querem um relacionamento unilateral com Deus no sentido de apenas receber bênçãos do Senhor. Mas como Deus disse à Abraão “Sê tu, uma bênção!” (Gênesis 12.2). Devemos também servir a Deus fazendo algo para Seu Reino de acordo com Sua vontade e o ministério em que nos chamou.
O culto era tão importante que havia um dia especial para cultuar a Deus inteiramente, que era o sábado. Houve um lugar especial para adorar a Deus que foi o Tabernáculo. Estabeleceu-se uma forma correta de servir a Deus que foi o Sacrifício. Pessoas especiais foram separadas para servir a Deus ministrando ao povo que eram os Sacerdotes e Levitas.
Embora esta Aliança tenha sido feita com Moisés, ou através deste, não era uma Aliança com uma pessoa apenas e sim com todo o povo. Foi um pacto coletivo onde as ordenanças do Senhor eram declaradas e o povo aderia à elas prometendo servir a Deus (Êxodo 19.7,8).
Como Deus faz aliança com seu povo?
Neste culto mosaico houve símbolos que marcaram esta Aliança e a partir destes símbolos podemos ver o sentido deste pacto. Vamos ver como era esta Aliança de Deus com seu povo:
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1- Aliança de Perdão:
“Sangue da Aliança” Êxodo 24.8

O sacrifício de um cordeiro era o momento mais importante do culto. Aquele sangue simbolizava que o cordeiro morria no lugar do pecador que merecia a morte por seu pecado (Romanos 6.23).
Desde que Adão e Eva pecaram e sentiram vergonha por estarem nus, então o Senhor matou um cordeiro e fez roupas para eles para que seus pecados fossem cobertos (Gênesis 3.21). Noé ao sair da arca ofereceu um sacrifício ao Senhor (Gênesis 8.20). Abraão quando foi oferecer Isaque como prova de seu amor e fidelidade a Deus, o Senhor proveu para ele um cordeiro que foi sacrificado (Gênesis 22.13). E quando saíram do Egito o povo celebrou a páscoa sacrificando um cordeiro e o sangue deste cordeiro foi passado nas portas das casas para proteger o povo de Deus (Êxodo 12.22) então eles saíram em paz!
Na Aliança de Deus com seu povo foi estabelecido um sacrifício de cordeiro (Êxodo 29.38) para morrer de forma substitutiva no lugar do pecador, pois “sem derramamento de sangue não há remissão” (Hebreus 9.22). Na Nova Aliança Deus enviou o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1.29). Jesus não apenas cobre os pecados ou substitui-se morrendo por nós. Jesus apaga definitivamente nossos pecados (Hebreus 9.14).
O Sangue da Aliança significa que Deus nos perdoa os pecados e deles não se lembra mais (Jeremias 31.34).

Deus faz uma Aliança de Perdão com você!
2- Aliança de Adoração:
“Arca da Aliança” Números 10.33
Deus mandou Moisés fazer uma Arca e nela colocar as taboas da lei, uma vasilha com maná e a vara de Arão que floresceu para servir de testemunho das maravilhas que o Senhor havia feito (Hebreus 9.4,5). Em cima da Arca havia uma tampa chamada de propiciatório que tinha esculpidos dois querubins. A Arca foi colocada no lugar mais reservado do Tabernáculo, atrás do véu onde era chamado de Santo dos Santos (Hebreus 9.3) e ali Deus se manifestava quando o sacerdote levava o sangue do cordeiro para oferecer ao Senhor pelos pecados do povo (Hebreus 9.7).
Quando o povo caminhava pelo deserto a Arca da Aliança ia à frente guiando o povo pelo caminho. Deus ia à frente da Arca numa nuvem ou numa coluna de fogo chamada Shekinah. Onde Deus parava, paravam os levitas que levavam a Arca e parava o povo (Números 10.33-36). A arca era tão sagrada que certa vez um homem chamado Uza tocou nela por que pensou que iria cair e ele morreu na hora, pois estava em pecado (II Samuel 6.6,7).
A Arca da Aliança era o centro da Adoração a Deus, pois sobre Ela Deus se manifestava (Êxodo 25.22). Para adorar a Deus era preciso estar em santidade. O sacerdote não podia ir até o Santo dos Santos sem primeiro oferecer um sacrifício por seus pecados e se santificar (Levíticos 16.2). Todo o povo parava à porta da tenda para adorar a Deus enquanto o sacerdote ministrava ao Senhor.
Quando o povo de Deus foi entrar na terra de Canaã a Arca da Aliança ia adiante do povo e quando chegaram ao rio Jordão e os sacerdotes que carregavam a Arca pisaram na água o rio parou e se abriu para o povo passar (Josué 3.8-17). Enquanto os sacerdotes ficaram com a arca no meio do rio, este não voltou ao seu percurso.
Diante da Arca da Aliança, Davi celebrou e dançou de alegria diante do Senhor (II Samuel 6.12-17).
Em nossa Aliança com Deus é preciso estar bem claro que o Senhor é Deus e nós somos os seus servos (Salmos 100.3) então nós devemos adorá-lo "na beleza da sua Santidade" (Salmos 96.9). Deus procura adoradores e a adoração que Ele quer é em Espírito e em Verdade (João 4.24).
Você tem adorado a Deus ou apenas quer receber o favor do Senhor?
Faça uma Aliança de Adoração com o Senhor!

3- Aliança de Obediência:
“taboas da Aliança” Deuteronômio 9.9-11
As taboas da lei foram onde Deus registrou os Dez mandamentos para seu povo. Naqueles dez preceitos estavam as condições da Aliança de Deus com seu povo. Nesta Aliança havia um pacto de obediência à vontade de Deus (Êxodo 20). Se o povo pecasse eles estariam quebrando esta aliança com Deus. Foi o que aconteceu enquanto Moisés estava no monte com Deus o povo pecou fazendo um bezerro de ouro e quando Moisés desceu o monte ele mesmo quebrou as taboas da lei simbolizando que o povo havia quebrado a Aliança com Deus (Êxodo 32). Depois o próprio Moisés intercede pelo povo pedindo perdão a deus e o Senhor manda fazer outras Taboas da Lei (Êxodo 34). A partir daquele momento aquelas taboas foram a base dos princípios de Deus e baseado nelas o restante da Palavra de Deus foi escrita. Contudo o povo sempre desobedecia às ordenanças de Deus.
Hoje não estamos mais nesta Aliança da Lei, pois ela foi incapaz de nos salvar (Gálatas 2.16), então Deus escreveu a Nova Lei em nossos corações e não em taboas de pedra (Hebreus 10.16,17). Agora vivemos na Lei do Espírito (Romanos 8.2). “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça” (Romanos 6.14).
Mesmo sem lei, devemos obedecer a Deus, pois “obedecer é melhor do que sacrificar” (I Samuel 15.22). Jesus disse: “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando” (João 15.14) e também disse qual é o seu mandamento: “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (João 15.17). O maior mandamento é o amor (Marcos 12.28-34), “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo, como a ti mesmo” (Gálatas 5.14).
Você tem buscado obedecer a Deus? Procure fazer a vontade de Deus que Ele te ajudará. Antes aquele povo tinha que obedecer por medo e hoje nós devemos obedecer a Deus por amor, gratos por sua graça salvadora.
Faça uma Aliança de Obediência a Deus!


  


Deus faz aliança com seu povo!
-CONCLUSÃO:
Deus quer ter uma Aliança com todos nós. Quando Moisés fez Aliança do povo com Deus, ninguém podia ficar de fora. Isso nos leva a refletir sobre o individualismo atual. Até a fé das pessoas é individualizada. A salvação é pessoal, mas precisamos aprender a compartilhar nossa fé, viver em comunhão, interceder pelo outro e pregar o evangelho.
Hoje não existem mais sacrifícios de cordeiros, pois Jesus ofereceu sacrifício uma vez por todas (Hebreus 9.28). Também não existe mais a Arca da Aliança nem as Táboas da Lei. Contudo Deus faz conosco uma Aliança de Perdão, de Adoração e de Obediência.


O CONPORTAMENTO DOS CIDADÃOS DOS CÉUS (FL 1, 27.30 2, 1-4)

IGREJA  BATISTA ELOHIM
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 O CONPORTAMENTO DOS CIDADÃOS DOS CÉUS [ FL  1, 27.30  2, 1-4

1. O CRENTE DEVE  PORTAR-SE  DIGNAMENTE ,
Somente  deveis  portar - vos  dignamente  conforme o evangelho  de cristo (v,27). A palavra –chave desta porção  bíblica é  dignamente . este termo sugere a figura de uma balança com dois  pratos, onde o fiel dar  passagem  determina  a medida exata  daquilo que está sendo avaliado.
Em síntese,  precisamos de firmeza  e equilíbrio  em nossas  vida cotidiana, pois esta deve harmonizar – se à conduta do verdadeiro  cidadão dos  céus.
2.) PARA QUE OS OUTROS VEJAM.
O Apóstolo  Paulo deseja  estar seguro de que  os  filipenses  estão  preparados para enfrentar  os falsos  obreiros que ,sagazmente, intenta desvia – los  de cristo ,
Por isso fala  do  fato de estando  ou não  entre  os filipenses , quer  ouvir  destes que estão  num ``mesmo espirito ,combatendo  juntamente  com  o mesmo  ânimo  pela fé  do evangelho´´(v.27).

3.)  A AUTONOMIA DA VIDA ESPIRITUAL .
Os filipenses teriam  de  desenvolver  uma vida  espiritual  autônoma  em jesus, pois o Apóstolo  nem  sempre estaria  com ele. Diante da sociedade  que os cercava,
Paulo esperava  dos filipenses  uma  postura  firme. mas equilibrada. Naquele  momento a sociedade  caracterizava –se  por uma filosofia  mundana  va qual o imperador  era  o sentro  adoração
 Quantas  vezes  somos  desafiados  diante  das  vãs  filosofias e modismos  produzidos  em nosso  meio?
O senhor  nos   chama  a ser firme e equilibrados, testemunhando aos  outros  como verdadeiros  cidadãos do céus
Pastor  José  Frazão  e pastora Áurea  Frazão
@pastorfrazao
 




II o Testemunho de Paulo na Adversidade (Fl:1,12,13)

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                                @pastorfrazao
                               
II  O TEXTEMUNHO  DE PAULO  NA ADVESIDADE
        
                               Filipenses  [ 1,12;13
1.) o poder do  Evangelho
De modo  objetivo, Paulo  diz aos  filipenses  que nenhuma cadeia   será  de cristo.
Porque o seu  proposito  era ver  as  boas  nova prosperando  entre  os gentios, portanto nenhum  poder  humano conterá a força do Evangelho, pois  este  é o poder   de  Deus  para  a salvação de todos aquele  que cré  [Rm 1,16
2.) A PREOCUPAÇÃO DOS FILIPENSES  COM PAULO
Como bem-estar de  Paulo ,eles o amavam e sabiam do seu ardor em proclamar o Evangelho achavam que a sua prisão prejudicaria  a causa cristã , o vs,12 traz  exatamente essa  conotação, e quero irmão que saibais as coisas  que  me aconteceram  contribuíram para  maior  proveito   do Evangelho,  para   o  apóstolo, seu encarceramento  contribuiu  ainda mais para  o progresso da  mensagem  evangélica  [ v,13
3.) PAULO REJEITA  A AUTORIDADE
Paulo era um missionário consciente   da sua missão ,para ele , o sofrimento  no exercício do santo ministério era esta sobre os  cuidados de Deus [ v,19
Por isso ,não  precisava  disso  para  conquistar  a compaixão das  pessoas  ,

Para o apostolo ,a soberania  de  Deus  faz  do sofrimento ,algo  passageiro ,pois  os infortúnios  servem para encher  nos  de  esperança  ,conduzindo  bem aventurado  expectativa  de que todas as coisas  contribuem  juntamente  para as bem  daqueles  que  amam a Deus
Daqueles   que são chamados  por seu  decreto  [ Rm 8.28

Pastor   José  Frazão 

@pastorfrazao